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03/02/2015 | 12h:42

CRP MS prestigia inauguração da 1ª Casa da Mulher Brasileira

As conselheiras do CRP 14/MS, Zaira de Andrade Lopes e Cris Duarte participaram na manhã desta terça-feira (03.02), da inauguração da 1ª Casa da Mulher Brasileira, construída em Campo Grande.

A solenidade contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, de Maria da Penha, mulher que protagonizou a Lei que leva seu nome, também o Governador de MS, Reinaldo Azambuja, o Prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, além de outras autoridades.

Doutora em Representações sociais acerca da violência de gênero: significados das experiências vividas por mulheres agredidas, a psicóloga Zaira de Andrade Lopes testemunhou o surgimento da primeira de 27 casas que serão construídas no País. “A Presidenta destacou as principais ações que marcam os avanços em relação ao enfrentamento da violência e proteção das mulheres, o governo Estadual se comprometeu em investir nos serviços de segurança para as mulheres, enfim. O que vemos é a construção de uma rede de instrumentos e políticas que visam garantir a prevenção, e promover o cuidado e proteção dessas mulheres. É isso que este espaço representa”, destacou Zaira.

A coordenadora da Comissão de Gênero e Diversidade Sexual do CRP 14/MS, Cris Duarte compartilhou a emoção e o orgulho de presenciar este  marco para a mulher brasileira. “Me sinto muito orgulhosa de fazer parte dessa conquista. Uma conquista que é de todas as mulheres, que também é da Psicologia e da sociedade. Aqui as mulheres terão o acolhimento merecido. A Casa é também mais um espaço de atuação profissional, irá contar com cinco psicólogas, reconhecendo e valorização a importância da psicologia para a sociedade”, finalizou Duarte.

 

 

 CONHCEÇA A ESTRUTURA E OS SERVIÇOS DA CASA DA MULHER BRASILEIRA

 

O serviço da equipe de acolhimento e triagem é a porta de entrada da Casa da Mulher Brasileira. Forma um laço de confiança, agiliza o encaminhamento e inicia os atendimentos prestados pelos outros serviços da Casa, ou pelos demais serviços da rede, quando necessário.

 

A equipe multidisciplinar presta atendimento psicossocial continuado e dá suporte aos demais serviços da Casa. Auxilia a superar o impacto da violência sofrida; e a resgatar a autoestima, autonomia e cidadania.

 

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) é a unidade da Polícia Civil para ações de pre­venção, proteção e investigação dos crimes de violência doméstica e sexual, entre outros.

 

Os juizados/varas especializados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher são órgãos da Justiça responsáveis por processar, julgar e executar as causas resultantes de violência doméstica e familiar, conforme previsto na Lei Maria da Penha.

A Promotoria Especializada do Ministério Público promove a ação penal nos crimes de violência contra as mulheres. Atua também na fiscalização dos serviços da rede de atendimento.

 

O Núcleo Especializado da Defensoria Pública orienta as mulheres sobre seus direitos, presta assistência jurídica e acompanha todas as etapas do processo judicial, de natureza.

 

Esse serviço é uma das “portas de saída” da situação de violência para as mulheres que buscam sua autonomia econômica, por meio de educação financeira, qualificação profissional e de inserção no mercado de trabalho. As mulheres sem condições de sustento próprio e/ou de seus filhos podem solicitar sua inclusão em programas de assistência e de inclusão social dos governos federal, estadual e municipal.

 

Possibilita o deslocamento de mulheres atendidas na Casa da Mulher Brasileira para os demais serviços da Rede de Atendimento: saúde, rede socioassistencial (CRAS e CREAS), medicina legal e abrigamento, entre outros. Os serviços de saúde atendem as mulheres em situação de violência. Nos casos de violência sexual, a con­tracepção de emergência e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis/aids devem ocorrer em até 72h. Além do atendimento de urgência, os serviços de saúde também oferecem acompanhamento médico e psicossocial.

 

Acolhe crianças de 0 a 12 anos de idade, que acompanhem as mulheres, enquanto estas aguardam o atendimento.

 

Espaço de abrigamento temporário de curta duração (até 24h) para mulheres em situação de violência, acompanhadas ou não de seus filhos, que corram risco iminente de morte.(Fonte: Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres)

 

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